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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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REMOVER FÁRMACOS DAS ÁGUAS DE CONSUMO E RESIDUAIS

Mäyjo, 08.11.16

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Uma equipa de investigadores da Universidade do Porto e da Universidade de Aveiro está a desenvolver uma tecnologia para a remoção de fármacos de águas de consumo e residuais. O impacto desta tecnologia poderá ser imenso, já que o sistema é energeticamente eficiente, ecossustentável e apresenta um menor custo.

 

A nova tecnologia baseia-se no FOTOCATGRAF, um sistema de fotocatalisadores baseados em grafeno e semicondutores para um sistema de abastecimento de água sustentável e seguro. Com a inclusão desta nova “tecnologia avançada para a remoção de poluentes emergentes”, o objectivo passa por assegurar um sistema de abastecimento de água seguro e sustentável.

O projecto conta com a participação de 17 investigadores e docentes do REQUIMTE/LAQV – centro de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e do Instituto Superior de Engenharia do Porto (INESC-TEC) e do CICECO, da Universidade de Aveiro.

“Actualmente tem vindo a aumentar o número de novos poluentes detectados nas águas de consumo e residuais, os quais as tecnologias existentes nas estações de tratamento ainda não conseguem remover, nomeadamente fármacos, hormonas e seus metabólitos”, explica Cristina Freire, investigadora da FCUP.

Nesta fase da investigação, a equipa está a fazer a monitorização de fármacos à entrada e à saída das estações de tratamento de águas residuais. O objectivo é perceber quais os poluentes mais persistentes e prejudiciais ao meio ambiente e a sua variação sazonal.

Esta é também uma aposta da empresa Águas do Centro Litoral, S.A. (AdCL), do grupo Águas de Portugal, que vai permitir “a transferência e implementação da tecnologia desenvolvida em estações de tratamento de águas residuais das regiões norte e centro de Portugal.”

O projecto será implementado posteriormente na região do oeste-centro de Portugal, para remover os poluentes emergentes de estações de tratamento de águas residuais da zona.

Foto: Águas de Portugal

 

Aparelho que desinfecta a água

Mäyjo, 20.09.16

purificador de água

ESTE PEQUENO RETÂNGULO, POUCO MAIOR QUE UM SELO, CONSEGUE DESINFETAR ÁGUA EM APENAS 20 MINUTOS

 

Fotos: Stanford University

E se deixar de mexer no telemóvel desse água?

Mäyjo, 04.02.16

 

Ficar dez minutos sem mexer no telemóvel dá um dia de água potável a crianças carenciadasA Unicef, há quase 2 anos, teve uma iniciativa , chamada Tap Project. Pediu a todos os utilizadores de iPhone para deixarem o seu smartphone parado, em cima de uma superfície rígida, durante dez minutos. Se o conseguissem fazer, o desafiado conquistava um dia de água potável para uma criança que não tinha acesso a este recurso.

A campanha pode parecer artificial, mas a Unicef dizia que ela ajudaria algumas das 768 milhões de pessoas do mundo, que ainda não possuem acesso a água potável, a garantir este recurso básico.

O smartphone tinha de estar ligado no site da campanha e o utilizador deveria carregar no start. A cada dez minutos sem mexer no aparelho, os patrocinadores da Unicef garantiam que uma criança teia acesso a água potável.

A cada desafio cumprido, eles comprometiam-se a doar a quantia necessária para fornecer água para uma criança necessitada.

A ideia é consciencializar as pessoas para o problema da falta do recurso no mundo – e para a importância em economizá-lo – ao tirar destas algo que realmente elas dão importância, o telemóvel – neste caso o iPhone, uma vez que o jogo não funciona com nenhum outro smartphone. É que o site da campanha lê os sensores, precisamente, do iPhone, pelo que se o utilizador mexer nele, ele recebe essa informação.

O recorde do Tap Project é de mais de 275 horas sem mexer no aparelho, o que significa que este utilizador já garantiu um dia de água para 1.650 crianças necessitadas.

Ainda que seja por uma boa causa, este projecto acaba por deixar uma sensação estranha no ar. Não haverá uma forma mais simples – e quiçá menos interesseira – de ajudar quem não tem acesso a água potável?

Foto:  DFAT photo library / Creative Commons

 

EMPRESA PORTUGUESA LANÇA MISTURADORA DE LAVATÓRIO QUE POUPA ENERGIA E ÁGUA

Mäyjo, 05.01.16

cold open_SAPO

A portuguesa Sanindusa vai comercializar dois modelos de misturadoras de lavatório com cartucho cold open, um sistema que potencia a poupança de energia e de água, trazendo vantagens ambientais e económicas ao utilizador.

Com este sistema, o manípulo da torneira roda 90 graus, no sentido dos ponteiros do relógio, estando a rotação para o lado direito bloqueada. Quando a abertura da água se inicia na posição frontal, o equipamento evita o arranque desnecessário do esquentador ou o gasto de água quente do termoacumulador, o que se traduz numa economia de recursos.

Em misturadoras equipadas com cartuchos cold open, a abertura da água pode fazer-se em qualquer ponto de rotação do manípulo, contrariamente aos sistemas progressivos, em que a abertura se inicia obrigatoriamente na água fria passando progressivamente, com a rotação do manípulo, para água temperada e depois quente.

Para já, este sistema equipa os modelos de lavatório Torus e Icone, sendo que a misturadora Torus vem ainda munida de um limitador de caudal, dando hipótese, através de uma abertura faseada do manípulo, obter mais ou menos caudal. “Se atendermos ao facto de que o grande consumo de água, em habitações residenciais, está ligado ao uso de torneiras, chuveiros e autoclismos, este mecanismo vem permitir uma significativa poupança de recursos”, explica a marca em comunicado.

De acordo com a empresa de Aveiro, esta solução é mais eficiente e económica que à primeira vista pode passar despercebida mas, a longo prazo, será vantajosa e terá expressão nas faturas de eletriidade e de água dos consumidores.